Síndrome do Pânico

Síndrome do Pânico é um tipo de transtorno de ansiedade onde ocorrem ataques repetidos de medo intenso de que algo ruim aconteça de forma inesperada. Essa tensão toda, se for recorrente e diagnosticada por um médico. Durante as crises, que duram até meia hora (com picos entre 5 e 10 minutos) e são três vezes mais comuns em mulheres, o cérebro envia sinais para o corpo fugir ou lutar, mas esse alarme está desregulado. A pessoa sente que pode enlouquecer e até mesmo morrer nos minutos seguintes, o humor nesse período parece uma montanha-russa: os picos de ansiedade, pressão e respiração atingem depois um estado de exaustão e sonolência, como se fosse o fim de uma guerra. O Brasil, cerca de 1% da população tem um ataque de pânico por ano e 5% dos adultos relatam já terem tido pelo menos um ataque de pânico na vida, 1% deles acompanhado de agorafobia.

Causas

Pode surgir após alguma situação traumática vivida. Suas causas não são totalmente conhecidas. Mas as razões mais comuns que faz a síndrome do pânico causar sintomas físicos incluem: hiperventilação, estresse extremo e psicossomático. Outro problema que afeta pessoas com síndrome do pânico é a hipersensibilidade.

Sintomas: 

  • Emocional: preocupação excessiva, medo generalizado, pensamentos negativos, desrealização, dificuldade de tomar decisões, dificuldade de pensar e concentrar;
  • Fisiológico: palpitação, taquicardia, aperto no peito, falta de ar, dor na barriga, suor excessivo, tensão muscular,  tremedeira, tontura e visão embaçada;
  • Comportamental: evita situações, insônia e inquietação.

Complicações Possíveis:

As pessoas com Síndrome do Pânico tendem a lidar com seu medo usando álcool ou drogas ilegais, têm mais probabilidade de ficar desempregadas, ser menos produtivas no trabalho e de ter relações pessoais difíceis, inclusive problemas matrimoniais. Os ataques de pânico podem durar muito e ser de difícil tratamento. Algumas pessoas com essa síndrome podem não se curar com o tratamento. Entretanto, a maioria das pessoas melhora com uma combinação de medicamentos e terapia comportamental. Marque uma consulta com o médico se os ataques de pânico estiverem interferindo em seu trabalho, relações ou autoestima.

Tratamento:

O principal objetivo é reduzir o número de crises, assim como sua intensidade e recuperação mais rápida. As duas principais formas de tratamento para esse transtorno é por meio de psicoterapia e medicamentos.

 

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