Execesso de celular causa sequelas

Os smartphones têm sido uma grande revolução na comunicação do século 21. Porém, os problemas sociais e de saúde gerados pelo seu uso frequente tem ganhado um rápido aumento nos últimos anos, até mesmo em crianças. É comum observar pessoas à mesa, ao volante ou até mesmo andando nas ruas constantemente verificando seus dispositivos, trocando mensagens, em ligações ou navegando na internet, ignorando o fato de que o uso excessivo do celular, além de acidentes pode trazer graves danos à saúde física e psicológica.

A exposição prolongada à radiação eletromagnética além da concentração mental focada em telefones celulares pode causar problemas, tais como:

  • Danos aos olhos: focar a visão em um objeto pequeno por muito tempo pode deixar os olhos ressecados e causar por isso inflamações e infecções. Se o hábito de manusear smartphones começa já na infância, os danos podem ser iniciados ainda mais cedo;
  • Danos à coluna: o uso dos celulares está mudando a postura. A tendência é a de pender o pescoço para frente para ler algo no smartphone ou tablet. Essa postura comprime os nervos que elevam a cabeça e causam dores de cabeça e a sensação de cansaço e rigidez na região;
  • Papada: o uso excessivo do telefone pode mudar os contornos do rosto, causando flacidez na região inferior da face. Com o passar dos anos, a pele perde elasticidade e, passar horas forçando o pescoço para frente, aumenta as chances de criar papada;
  • Acne: a tela dos smartphones esquenta em contato com a pele e pesquisas já mostraram que carrega 18 vezes mais germes do que um banheiro masculino;
  • Danos à audição: é comum colocar fones nos ouvidos para escutar música ou mesmo para conversar com alguém. Mas o fato é que muitos aparelhos não encaixam perfeitamente na orelha, fazendo com que o volume seja aumentado. Isso causa danos á audição alongo prazo;
  • Atrapalhar o sono: manter aparelhos eletrônicos ao lado da cama tende a atrapalhar o sono. As luzes que ficam acesas interferem na produção de hormônios que ajudam a dormir, como a melatonina. Desligar o celular ou mantê-lo fora do quarto é recomendado.

A dica dos especialistas é de usar o aparelho por pequenos períodos de, no máximo, 15 minutos. E as crianças entre três e sete anos não podem jogar ou brincar no smartphone por mais de 30 minutos diários.

 

Fonte: Mensageiro da Paz

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